Todo recrutador tem uma vaga que arrastou por meses e uma pessoa boa que passou batido. O EVO trabalha nas duas pontas: questiona a vaga antes de você gastar a primeira semana procurando, e lê cada candidato a fundo em vez de casar palavra-chave.
A maior parte das afirmações tem lastro, mas o impacto de discovery é descrito sem números, perde pontos aqui.
Progressão com escopo crescente, não só de título.
Discovery citado sem métrica de impacto, não dá pra confirmar resultado.
Esta e as demais telas da página são as telas reais do EVO, remontadas em código para carregar rápido e continuar legíveis no celular. Os dados mostrados são de exemplo.
Dono de consultoria, headhunter autônomo, recrutador que responde pelo resultado. Uma indicação errada custa reputação, não só tempo. E a sua conta do LinkedIn é seu ativo mais valioso.
Chega o pedido, você desconfia que não fecha, mas não tem como provar ao gestor. Quatro semanas depois, o funil está vazio e a conversa difícil acontece do mesmo jeito, só que tarde.
Head de RH ou de talent acquisition numa operação onde uma contratação errada dói de verdade. Você não precisa de mais currículos: precisa que os poucos certos apareçam.
E se o seu problema é triar mil candidaturas por vaga, o EVO não é a ferramenta, a gente prefere dizer agora. Nossa régua é o oposto: de cada dez sugestões, uma contratável.
Ferramenta atrás de ferramenta prometeu mais currículos, mais rápido, em mais lugares. O recrutador terminou com uma pilha maior do mesmo problema: quem escreveu a palavra certa aparece; quem viveu a experiência certa e escreveu diferente, não.
Agora a IA acelerou os dois lados. As candidaturas por recrutador subiram 412% desde 2023, porque o candidato também automatizou, e a indústria respondeu construindo filtros melhores para a enxurrada.
Nós fomos para o outro lado. O EVO vai atrás de quem nunca se candidatou, e lê cada pessoa a fundo em vez de filtrar.
O título bate, as palavras estão todas lá. Sobe para o topo da lista e vira uma das primeiras abordagens.
"Título de SPM, mas o perfil descreve execução de roadmap, não discovery. Várias afirmações de liderança sem evidência."
Não tem o título procurado e escreve a carreira com outro vocabulário. Nem chega a aparecer na lista.
"Montou a prática de discovery do zero e formou dois PMs. O nome do cargo é outro; o trabalho é exatamente o que a vaga pede."
Nos dois casos o filtro erra, e erra em direções opostas: aprova quem tem o título certo sem a prática, e descarta quem tem a prática com outro título. É por isso que a nossa régua é uma contratável a cada dez sugestões, e não mil currículos por vaga.
Dado de 412%: alta de candidaturas por recrutador desde 2023, publicada pelo Greenhouse em 2026.
O nome da empresa é evo, de evolução. Seria incoerente vender infalibilidade. Estas são as três promessas que a gente consegue cumprir, e as três que se recusa a fazer.
Todo sistema treinado em decisão humana carrega viés, inclusive o nosso. A diferença é que o EVO cita a evidência de cada afirmação, mostra qual histórico usou para calibrar aquele parecer, e devolve também o retrato do seu critério, para você olhar de fora.
O EVO vai sugerir gente que você vai descartar. Quando isso acontece, ele registra o motivo em vocabulário estruturado e ajusta a próxima análise. E vai mais fundo: acompanha quem foi contratado aos 90 dias e aos 12 meses para saber se a indicação era boa mesmo.
Nenhuma nota elimina candidato automaticamente. Teste e perfil comportamental viram assunto de entrevista, nunca corte. A revisão humana é obrigatória e fica registrada. Quem responde pela contratação continua sendo você.
Cada decisão sua ensina o sistema, e o sistema devolve o que aprendeu em forma de pergunta melhor. Não é uma ferramenta que você usa: é um par de olhos que fica melhor quanto mais você trabalha com ele.
Não são recursos a mais na lista. São as quatro escolhas de arquitetura que sustentam a promessa, e que, na pesquisa que fizemos, nenhum concorrente tomou.
Antes da primeira busca, ele entrevista quem pediu a vaga e confronta: requisito impossível, salário fora do mercado, senioridade incoerente, exigência que elimina bom candidato à toa. E não redige a descrição enquanto o bloqueador estiver aberto.
Você recebe o argumento pronto para negociar com o gestor: reconhecimento, dado, proposta e consequência.
Das responsabilidades que levantamos, seis são de liderança de pessoas: definir o que cada analista faz, aplicar PDI, conduzir 1:1 e responder pelo capacity do time.
A consequência prática: você vai atrair IC forte que recusa a parte de gestão, ou gestor que aceita e depois cobra o título. Os dois cenários custam um ciclo.
Reclassificar para Team Leader e manter o escopo. A faixa sobe ~25%, o salary-intel estima R$ 18–24 mil para TL de Discovery em SP, contra R$ 14–19 mil para especialista sênior.
"Quero sua confirmação nos dois bloqueadores antes de escrever. Não vou redigir com a senioridade errada."
Um aplicativo roda na sua máquina e usa o Chrome que você já abriu e já autenticou. Não existe senha entregue, credencial guardada nem navegação saindo de um data center. O servidor nunca abre conexão com o seu computador: é o aplicativo que busca trabalho quando você está ativo.
Pausas variáveis, janela de horário comercial e teto diário definidos por você. Trabalhando em equipe, cada busca roda no Chrome do hunter que você escolher.
Toda rejeição e todo shortlist capturam o motivo em vocabulário estruturado, e isso entra na próxima análise. Mais fundo: o desfecho real volta, contratou? e como essa pessoa estava aos 90 dias? e aos 12 meses?
E a tela mostra exatamente qual histórico foi usado em cada parecer. Não é caixa-preta: é conta aberta.
"Dos seus shortlists por trajetória, 71% viraram contratação que passou dos 90 dias, o padrão que parecia viés está entregando. Já os shortlists por evidência converteram só 45%."
Base: 17 processos encerrados com outcome registrado · N ainda pequeno, leia como tendência.O espelho de viés compara o que você prioriza com o que o EVO prioriza e devolve a divergência em texto claro. Não é acusação nem CTA: é leitura. Pode ser estratégia consciente sua, e o EVO diz isso.
Depois, contrapõe cada padrão seu com o desfecho real das contratações. Você descobre não só o que faz diferente, mas se isso está dando certo.
"Você faz shortlist por trajetória cerca de 3× mais que por evidência: o EVO tende a balancear esses dois eixos. Pode ser estratégia (caça talento com escalada rápida) ou um padrão a observar."
ⓘ Leitura, sem CTA. O EVO leva esse contexto pra calibrar o próximo parecer e contrapõe cada padrão seu com o outcome real das contratações.
Quase todo produto de recrutamento trata a descrição da vaga como um campo de texto a preencher. No EVO ela é uma conversa de seis fases, e o que sai dela alimenta a busca, a triagem, a entrevista e o teste.
Você conta a necessidade em linguagem natural
Oito dimensões de descoberta viram fatos registrados
O que não fecha é contestado, com argumento pro gestor
Treze seções ancoradas nos fatos, nunca no achismo
Um segundo agente avalia o texto sem ver a conversa
Vira insumo de tudo que vem depois
Durante a entrevista o EVO não redige nada, de propósito: texto bonito escrito antes da hora vira âncora, e você passa a defender a frase em vez do cargo. A redação só abre quando os bloqueadores estiverem resolvidos.
Ver o EVO JD por dentro →Cada etapa existe para provar a mesma tese: ler a pessoa a fundo em vez de filtrar, com a decisão sempre do lado de cá.
O EVO entrevista quem pediu a vaga, contesta o que não fecha e só então redige.
Estratégia de busca com empresas-alvo e cargos adjacentes, rodando na sua conta.
Leitura profunda de cada perfil, com evidência citada e probabilidade de aceite.
Mensagem que cita algo real da carreira, no seu tom, com a sua aprovação.
Jornada de entrevistas, roteiro com rubrica e teste gerado para aquela vaga.
Aborda como gente. A mensagem cita algo real da carreira daquela pessoa, não um molde com o nome trocado. E sai só depois da sua aprovação.
Abaixo do esperado pra fase, vira sonda de entrevista, não corte.
"Me descreve o teste A/B mais recente que você desenhou: hipótese, tamanho de amostra e o que decidiu quando o resultado veio ambíguo."
Ajustes ficam auditados. A nota é informativa: nunca elimina ninguém sozinha.
Proctoring pergunta se tem alguém na sala. Nós perguntamos se foi você que fez. O teste é gerado para aquela vaga, e num experimento controlado com questões originais, quem colava com IA ficou abaixo de quem respondia honestamente. A defesa é a pergunta que a câmera não faz.
Quinze módulos, organizados pela ordem em que você usa. Cada um tem sua própria página com as telas por dentro.
Entrevista quem pediu a vaga, contesta o que não fecha e só então redige, em 13 seções, com 14 detectores de problema.
Ver por dentro →AlinhamentoQuem pediu a vaga responde a pauta por um link, sem criar conta. A resposta vira fato confirmado e reprocessa a JD.
Ver por dentro →RealismoSalário pedido contra o mercado, alcance do funil por requisito e os riscos assumidos, versionado a cada negociação.
Ver por dentro →Empresas-alvo, cargos adjacentes e sinais de carreira, editáveis. Varredura ao vivo na sua conta, no seu ritmo.
Ver por dentro →Agente localAplicativo na sua máquina usa a sessão que você já autenticou. Sem senha, sem nuvem, com teto que você define.
Ver por dentro →Base própriaTodo candidato já visto fica numa base sua. Flags de wishlist e blacklist valem para a pessoa em qualquer vaga.
Ver por dentro →Score em quatro dimensões com texto por dimensão, leitura de carreira, forças, ressalvas e gaps, mais a chance de aceite.
Ver por dentro →SaláriosEstimativa de faixa por empresa, cargo e senioridade, com nível de confiança. Alimenta a predição de aceite.
Ver por dentro →TestesTeste técnico gerado da vaga, idiomas com avaliação de fala em nível CEFR e comportamental, com defesa oral da entrega.
Ver por dentro →Convite, mensagem ou InMail no seu tom, citando algo real da carreira, enviados pela sua conta, depois da sua aprovação.
Ver por dentro →EntrevistasFases em canvas com grupos paralelos e transições por desfecho. Entrevistador externo avalia por portal próprio.
Ver por dentro →RoteiroRoteiro por fase com rubrica de âncoras, sinais a buscar e red flags, mais sondas feitas das lacunas daquele candidato.
Ver por dentro →Motivos de rejeição e shortlist, distribuição por dimensão e o outcome real de 90 dias e 12 meses realimentando as análises.
Ver por dentro →ViésCompara o que você prioriza com o que o EVO prioriza e devolve a divergência em texto claro, contraposta ao outcome real.
Ver por dentro →EquipeVários hunters, papéis com permissão por recurso, times e clientes. Auditoria em dois níveis e manual em cada tela.
Ver por dentro →É a primeira pergunta de todo recrutador, e a arquitetura do produto foi desenhada em torno dela.
O aplicativo usa a sessão do Chrome que você já abriu e autenticou. Nenhuma credencial do LinkedIn é digitada, transmitida ou armazenada em lugar nenhum.
Toda a navegação acontece no seu computador. Nosso servidor nunca abre conexão com a sua máquina: é o aplicativo que busca trabalho quando você está ativo.
Pausas variáveis, horário comercial e teto diário de perfis que você define. Nada de rajada de acessos que acende alerta na plataforma.
Cada empresa opera numa organização isolada, com separação garantida na camada de dados e verificada automaticamente a cada mudança do sistema.
Resultado de teste e perfil comportamental viram assunto de entrevista, nunca corte automático. A revisão humana é obrigatória e fica registrada, como manda a LGPD.
Vigilância detecta ambiente, não autoria. Um impostor com a câmera ligada passa. Por isso o candidato defende a própria entrega ao vivo: é o que liga a pessoa ao trabalho que ela entregou.
Em qualquer tela existe um botão para relatar um problema ou sugerir uma melhoria. Você escreve em duas linhas e pronto. O sistema anexa sozinho em que tela você estava e o que estava fazendo, então não precisa explicar o caminho nem tirar print.
Você recebe a confirmação por e-mail na hora. Bug confirmado é corrigido, e a gente te avisa quando a correção sobe. Sugestão aprovada vira melhoria, e o manual da tela é atualizado junto.
Um botão em qualquer lugar do sistema, sem sair do que estava fazendo
Tela, ação e momento seguem anexados, sem você precisar explicar
Você sabe que chegou, e não fica no escuro esperando
Sem triagem burocrática, sem número de protocolo, sem fila de aprovação
E o manual da tela é atualizado junto com a mudança
Não tem apresentação comercial no meio do caminho. Você entra, monta a vaga e vê o EVO trabalhando.
Entra com o Google ou recebe um link por e-mail, sem senha nenhuma. Dá um nome à sua organização e já está dentro. Nada de formulário longo nem espera por aprovação.
2 minutosO EVO te entrevista sobre ela, contesta o que não fecha e redige a descrição. Isso já roda sem instalar nada.
20 a 40 minutos de conversaO app fica na barra do seu sistema e conecta ao Chrome que você já usa. Pareia com um código e a busca no LinkedIn começa.
5 minutos de instalaçãoO risco nunca é zero em nenhuma ferramenta que use o LinkedIn, e quem diz o contrário está vendendo. O que fazemos: nada de login automatizado, nada de servidor acessando sua conta, ritmo humano com pausas variáveis, horário comercial e um teto diário que você define. Cada operação foi testada em conta real antes de virar recurso.
Sim, um aplicativo leve que fica na barra do sistema (Windows ou Mac) e conversa com o Chrome que você já usa. É ele que permite trabalhar pela sua própria conta em vez de pedir sua senha. A instalação leva poucos minutos e o pareamento é por código.
Só se você quiser. O padrão é modo aprovação: o EVO escreve, você lê, edita se quiser e libera. Quem preferir pode ligar o modo automático depois de ganhar confiança no tom.
O EVO não compete com o seu ATS. Ele resolve o que ATS nenhum resolve. Greenhouse, Ashby e Lever são sistemas de registro para quem se candidatou: nenhum deles procura quem nunca se candidatou. É exatamente aí que o EVO trabalha. Hoje ele conduz o processo de ponta a ponta dentro dele mesmo, com exportação aberta de vaga e dados; integração direta com ATS de mercado ainda não existe, e se isso for requisito seu, vale conversar antes.
Porque ele explica a própria entrega, ao vivo, respondendo a perguntas geradas do que ele mesmo escreveu, sem poder voltar atrás. Vigilância responde outra pergunta: se tem alguém junto na sala. Ela não responde quem fez o trabalho. Casos documentados em 2025 mostram impostores passando por entrevistas técnicas com a câmera ligada e habilidade técnica real. O que a câmera não pega, a defesa da solução pega.
Nenhuma decisão automatizada elimina candidato sozinha. A revisão humana é obrigatória e registrada, como manda o artigo 20. Todo acesso a dado sensível fica auditado, e cada organização enxerga apenas os próprios dados.
Não, e isso é de propósito. Nossa régua é assertividade: de cada dez sugestões, uma contratável. Se o seu problema é processar volume, existem ferramentas melhores para isso, e a gente prefere dizer antes.
Você entra com o Google ou por um link de e-mail, cadastra a vaga e o EVO já começa entrevistando você sobre ela. A busca no LinkedIn entra depois, quando você instalar o aplicativo.
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