Um aplicativo leve fica na barra do seu sistema e usa o Chrome que você já abriu e já autenticou. Sem senha entregue, sem credencial guardada, sem robô navegando de um data center.
A maioria das ferramentas pede sua senha, ou navega por você a partir de um servidor. Nos dois casos, o que está em risco é a conta profissional que levou anos para você construir, e a plataforma não distingue automação boa de automação má.
Nada sai do seu computador. O aplicativo conversa com o Chrome que você já usa, e o servidor nunca abre conexão com a sua máquina: é o aplicativo que pergunta se há trabalho, quando você está ativo.
Você baixa o aplicativo e abre. Ele mora na bandeja do sistema, sem janela. Aí é só digitar o código de pareamento gerado no painel. O código vale uma vez e expira em dez minutos.
Depois disso o aplicativo guarda um token próprio, revogável a qualquer momento pelo administrador. O login no LinkedIn acontece uma única vez, num perfil de trabalho dedicado.
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uso único · expira em 10 minutos
Pausas variáveis entre ações, janela de horário comercial e teto diário de perfis. Nada de rajada de mil acessos às três da manhã, que é exatamente o padrão que acende alerta.
Se a sua máquina estiver desligada ou fora da janela, o trabalho fica na fila esperando, não migra para um servidor.
A direção da conexão parece detalhe técnico, mas é o que separa "trabalha por você" de "tem acesso a você".
Empresas-alvo, cargos adjacentes e sinais de carreira, editáveis. Varredura ao vivo na sua conta, no seu ritmo.
Ver por dentro →AbordagemOutreach com aprovaçãoConvite, mensagem ou InMail no seu tom, citando algo real da carreira, enviados pela sua conta, depois da sua aprovação.
Ver por dentro →EquipeOrganizações e papéisVários hunters, papéis com permissão por recurso, times e clientes. Auditoria em dois níveis e manual em cada tela.
Ver por dentro →É com uma vaga real que dá para ver o EVO trabalhando, não com um exemplo pronto.
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