Cada perfil analisado entra numa base sua, pesquisável por significado e não por palavra exata. E as marcações de wishlist e blacklist acompanham a pessoa em qualquer vaga futura.
Você analisa quarenta perfis numa vaga, escolhe um, e os trinta e nove restantes evaporam. Seis meses depois, numa vaga parecida, você recomeça do zero, e às vezes reaborda alguém que já tinha dito não.
O trabalho de análise vira patrimônio. A base cresce a cada vaga, e a busca entende o que você quer dizer mesmo quando o perfil usa outras palavras.
Procurar "quem já estruturou discovery do zero numa empresa pequena" devolve gente cujo perfil não contém nenhuma dessas palavras, porque a comparação é de significado, feita sobre a representação semântica de cada perfil.
É a mesma tecnologia que faz o produto rejeitar keyword-matching lá na triagem, aplicada ao seu histórico.
Nenhum desses perfis contém a frase buscada, a busca é por significado.
Marcar alguém como wishlist faz essa pessoa aparecer destacada em qualquer vaga compatível no futuro. Blacklist a esconde de todos os rankings, com o motivo registrado.
Já o descarte é diferente: vale só para aquela vaga. Alguém que não serve para uma posição pode ser perfeito para a próxima.
A maior parte das afirmações tem lastro, mas o impacto de discovery é descrito sem números, perde pontos aqui.
Progressão com escopo crescente, não só de título.
Discovery citado sem métrica de impacto, não dá pra confirmar resultado.
Numa ferramenta multi-cliente, a base de talentos é o lugar mais tentador para vazar dado entre organizações. Aqui isso é impedido por construção, e testado.
Score em quatro dimensões com texto por dimensão, leitura de carreira, forças, ressalvas e gaps, mais a chance de aceite.
Ver por dentro →SourcingBusca com estratégiaEmpresas-alvo, cargos adjacentes e sinais de carreira, editáveis. Varredura ao vivo na sua conta, no seu ritmo.
Ver por dentro →EquipeOrganizações e papéisVários hunters, papéis com permissão por recurso, times e clientes. Auditoria em dois níveis e manual em cada tela.
Ver por dentro →É com uma vaga real que dá para ver o EVO trabalhando, não com um exemplo pronto.
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