Teste técnico gerado do mapa de competências da vaga, idiomas com avaliação de fala em nível CEFR e perfil comportamental. Sem webcam, sem gravação de tela: a integridade vem da defesa oral do próprio trabalho.
Teste de catálogo é o mesmo para uma fintech e uma agência, e é exatamente o teste que as ferramentas de burlar prometem resolver, nominalmente. A resposta do mercado foi vigiar mais, mas a fraude em testes vigiados subiu de 16% para 35% em um ano.
A questão é original, gerada daquela vaga. E o candidato explica a própria entrega ao vivo, respondendo a perguntas feitas do que ele mesmo escreveu.
Um seletor determinístico escolhe o que cobrar a partir das competências aprovadas na vaga, e o restante do orçamento de tempo vai para uma amostra de trabalho real. O modelo redige as questões uma a uma.
A rubrica de correção nasce da própria entrega esperada, com âncoras concretas, não com adjetivos genéricos.
Abaixo do esperado pra fase, vira sonda de entrevista, não corte.
"Me descreve o teste A/B mais recente que você desenhou: hipótese, tamanho de amostra e o que decidiu quando o resultado veio ambíguo."
Ajustes ficam auditados. A nota é informativa: nunca elimina ninguém sozinha.
Depois da entrega, o candidato responde ao vivo a perguntas feitas do que ele escreveu, a segunda reage ao que ele disse na primeira. Quinze minutos, sem poder revisar.
Quem entregou o próprio trabalho explica com naturalidade. Quem não entregou não tem o que dizer, e a resposta vazia é sinal por si só.
Conta uma decisão de produto que você mudou depois de conversar com usuário. O que você achava antes e o que te fez mudar?
"No seu parecer aparece discovery sem métrica de impacto. Neste caso que você contou, o que mudou nos números depois?"
Vigilância responde se tem alguém na sala. Ela não responde quem fez o trabalho, e é essa a pergunta que importa.
A psicometria do perfil comportamental é calculada em código; o modelo só narra o resultado. E comportamental nunca vira nota de corte, vira assunto de entrevista.
Roteiro por fase com rubrica de âncoras, sinais a buscar e red flags, mais sondas feitas das lacunas daquele candidato.
Ver por dentro →EntrevistasJornada visualFases em canvas com grupos paralelos e transições por desfecho. Entrevistador externo avalia por portal próprio.
Ver por dentro →TriagemParecer por candidatoScore em quatro dimensões com texto por dimensão, leitura de carreira, forças, ressalvas e gaps, mais a chance de aceite.
Ver por dentro →É com uma vaga real que dá para ver o EVO trabalhando, não com um exemplo pronto.
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