Fases num canvas, com grupos paralelos e transições por desfecho. Entrevistador externo avalia por um portal próprio, sem acesso ao resto do sistema.
O processo mora na cabeça de alguém e numa planilha. Ninguém sabe em que etapa cada candidato está sem perguntar, e quando o processo muda no meio, os candidatos em andamento ficam num limbo.
O fluxo é explícito e visual. Cada candidato carrega um retrato do processo no momento em que entrou, mudar a jornada não muda o chão debaixo de quem já está andando nela.
Arraste as fases, agrupe as que acontecem em paralelo, defina para onde vai quem passa e quem não passa. O sistema valida o grafo antes de deixar salvar.
A jornada pode ser um modelo global, um padrão daquele cliente ou uma instância só daquela vaga, sem duplicar tudo a cada uso.
O entrevistador técnico que não é do RH recebe convite por e-mail e avalia num portal próprio, vendo apenas o candidato e a fase dele. Nada do resto do sistema.
Agendamento com convite de calendário, parecer do EVO por fase além da avaliação humana, e a linha do tempo do candidato colorindo conforme avança.
Conta uma decisão de produto que você mudou depois de conversar com usuário. O que você achava antes e o que te fez mudar?
"No seu parecer aparece discovery sem métrica de impacto. Neste caso que você contou, o que mudou nos números depois?"
Dar acesso a alguém de fora da organização é onde um erro vira vazamento. Por isso ele tem tratamento próprio na suíte de isolamento.
Roteiro por fase com rubrica de âncoras, sinais a buscar e red flags, mais sondas feitas das lacunas daquele candidato.
Ver por dentro →TestesEVO AssessTeste técnico gerado da vaga, idiomas com avaliação de fala em nível CEFR e comportamental, com defesa oral da entrega.
Ver por dentro →AprendizadoPainel e calibraçãoMotivos de rejeição e shortlist, distribuição por dimensão e o outcome real de 90 dias e 12 meses realimentando as análises.
Ver por dentro →É com uma vaga real que dá para ver o EVO trabalhando, não com um exemplo pronto.
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